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Rosa Maria

Se fosse rica não limpava, não lavava, não arrumava, não cozinhava porque tinha de ser. Mas como não sou...

Rosa Maria

Se fosse rica não limpava, não lavava, não arrumava, não cozinhava porque tinha de ser. Mas como não sou...

28
Fev17

Caldeirada no forno

Rosa Maria

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O forno é um dos eletrodomésticos mais usados cá em casa. Para mal da minha conta da luz e para beneficio da EDP.

Gosto de cozinhar no forno porque me permite mais distrações. Posso ir tratar de outras coisas enquanto tenho a comida a fazer. Coisa que com o lume nem sempre é tão simples. Para além disso com uma criança pequena em casa não gosto de andar à pressa com tachos e panelas. Ainda que o pai esteja a tomar conta dele e ele proibido de entrar na cozinha quando a mãe está a fazer o jantar.

 

Adoro ir ao mercado local.

Compro ingredientes frescos, biológicos, tudo dos produtores locais e a ótimos preços. Nem se imagina o “desconto” que temos quando não temos de pagar o rotulo “bio”.

É só “da terra”.

Depois dos legumes e das frutas fui à minha peixeira com a ideia de levar algum salmão e acabei com meio quilo de caldeirada e a ideia de a fazer no forno para ser mais simples e rápida.

Assim foi. Cá me casa adorámos.

Aqui fica a receita.

(fizemos a semana passada e esta repetimos, nesta semana coloquei também pimento, fica bom das duas formas)

 

Ingredientes:

1 tomate maduro

1 cebola pequena

4 dentes de alho

500 gr de caldeirada (pedir sem choco, demora mais a cozinhar)

Coentros (lá estão eles outra vez…)

Sal

Tempero para peixe (uso do LIDL)

Batatas cortadas em cubos (quantidade a gosto)

Vinho branco

 

Ó Rosa e como fazes?

Simples.

Num pirex colocar a cebola e o tomate cortados em meias luas. Acrescentar 2 dentes de alho laminados. Colocar sal.

Dispor o peixe no centro e em torno colocar as batatas cortadas em cubos. Temperar com sal e o tempero para peixe. Laminar os restantes dentes de alho em cima do peixe e colocar os coentros. Regar com um fio de azeite e colocar no fundo um pouco de vinho branco (pouco, só mesmo para ajudar a criar molho).

Levar ao forno a 180º por 35 minutos.

 

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Voilá, almoço feito!

Espero que gostem.

 

27
Fev17

Bifes de vaca com feijão branco, alho e coentros

Rosa Maria

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Gosto de cozinhar. A sério que gosto. Mas sou lenta.

Para mim cozinhar é com tempo, sem pressões, sem relógio. Mas isso só acontece quando o rei faz anos. Durante a semana impõe-se a azafama dos dias de quem tem uma vida comum, ao fim de semana intromete-se a necessidade de sair, passear e espairecer a cabeça. Cortar e esquecer os dias sempre iguais de mais uma semana que passou. Quando não há passeios, há a necessidade de ficar estendida no sofá a vegetar em frente da televisão, a ver um filme enquanto o pequeno é pequeno que chegue para dormir sestas.

- Ahhh, o teu ainda dorme a sesta!

Dizia-me uma colega aqui há tempos.

Assim sobre o tempo que dá para inventar, re-inventar ou fazer by the book receitas novas.

 

A que trago hoje já aprendi há alguns anos num programa de televisão de uma chef de cozinha australiana. Consigo lembrar-me perfeitamente da cara desta chef mas não consigo que a minha cabeça se lembre do nome.

Uma delicia, simples, fácil e super rápido. Não uso todos os ingredientes como na receita, adaptei à minha realidade e àqueles que tenho sempre disponíveis. Espero que gostem.

 

Ora para este prato vamos precisar (receita para duas pessoas não muito comilonas, podem adaptar as quantidades):

 

2 Bifes de vaca

1 Lata / Frasco de feijão branco cozinhado (quem tenha disponibilidade pode cozinhar)

12 Dentes de alho (sim este prato leva mesmo muito alho. A-do-ro!)

Coentros picados (pedaços largos)

Azeite

Sal

Margarina ou Manteiga

 

E como se faz isto assim rápido, rápido?

 

Numa frigideira anti aderente colocar duas colheres de margarina (ou manteiga, como preferirem) e 4 dentes de alho laminados.

 

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Noutra frigideira ou WOK (eu prefiro o WOK) colocar azeite a gosto (um fio generoso, mas vejam lá não ponham o alho a boiar em azeite…ou ponham se preferirem…), juntar os restantes alhos laminados e metade dos coentros (optem por colocar nesta fase a parte dos caules dos coentros).

 

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Colocar ao lume a frigideira ou WOK com o alho e os coentros e deixar refogar um pouco. Adicionar o feijão branco e temperar com sal.

(Eu costumo passar sempre bem por água antes de usar.)

Envolver.

Enquanto o feijão fica a cozinhar em lume médio para largar sucos e ganhar sabor com o a mistura de coentros e alho, colocar ao lume a frigideira onde vamos fazer os bifes.

Logo que a manteiga esteja derretida colocar os bifes, temperar com um pouco de sal e deixar cozinhar em lume médio.

Assim que os bifes estejam feitos apagar o lume de ambas as frigideiras.

Adicionar os restantes coentros ao feijão, retificar tempero, se necessário. E envolver.

 

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Está pronto a servir.

Demorou mais tempo a escrever o post que a fazer o jantar. 

 

24
Fev17

Benefícios da curcuma, ou do açafrão da Índia ou do açafrão da terra

Rosa Maria

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Antes de mais, são todos uma mesma coisa.

A curcuma pode ser identificada como: açafrão da Índia, açafrão da terra, raiz do sol, açafroa ou gengibre amarelo (informação retirada da Wikipédia) é uma especiaria muito utilizada na comida indiana com um conjunto imenso de benefícios para a saúde.

Para quem goste de pesquisar em sites amaricanos e ingleses, a curcuma está identificada como turmeric.

Estes são:

1. A redução de células gordas, ajudando com a perda de peso e participando para a sua estabilização;

2. Rica em antioxidantes e fitoesteróis. Estes últimos inibem a absorção de colesterol nocivo no aparelho digestivo;

3. Ajuda a equilibrar os níveis de açúcar no sangue;

4. Ajuda na digestão e no apetite;

5. Previne a flatulência e as dores de estômago;

6. Estudos indicam que as propriedades antioxidantes da curcuma participam para a prevenção e tratamento de doenças inflamatórias crónicas.

Podem ler toda a reportagem da Visão aqui.

 

Importa assim comprar uma curcuma de qualidade. Eu opto por comprar em lojas de produtos para comida indiana no Martim Moniz. O preço é muito melhor (mais baixo) e é nítida a qualidade do produto.

Eu uso curcuma em muitas receitas, frango no forno, arroz, risoto. Sei também que na sopa fica delicioso, mas nunca experimentei.

 

24
Fev17

Risoto de camarão com curcuma (ou açafrão da índia)

Rosa Maria

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Está mais do que dito que aqui só se fazem coisas fáceis, rápidas e saborosas, pelo que não vou estar com esta conversa outra vez .

Gosto de inventar e esta semana tive de inventar à pressa.

Adoro marisco, adoro risoto e adoro o sabor da curcuma na comida…para não falar nos benefícios (já vos falo deles).

Por isso juntei as 3 coisas e fiz um risoto de camarão com curcuma.

Mais fácil impossível.

 

Ingredientes:

300 gr de camarão cozido (podem comprar congelado e cozer…eu estava com pouco tempo por isso comprei já cozido)

1 Caneca de risoto

1 ½ colher de sobremesa de curcuma

½ colher de sobremesa de tempero para peixe ou marisco

Sal

Coentros (e sim, ponho coentros em quase tudo…sou uma espécie de coentros-o-dependente)

Azeite

(as quantidades devem adaptar-se ao número de pessoas e àquilo que cada um como, há malta muito glutona )

 

Como fazer?

Para além de fácil é assim.

Descascar os camarões e colocar as cabeças numa panela pequena. Juntar água e levar ao lume. A ideia é que a água, ao ferver, ganhe algum sabor com o camarão. Temperar a água com sal (a gosto, mas não exagerar porque os camarões já estavam temperados).

(para quem quiser cozer os camarões, deve no fim reservar a água de cozedura)

Quando a água estiver a ferver desligar o lume (brando) e, num WOK, colocar um fio de azeite, o risoto, a curcuma e o tempero para peixe ou marisco. Envolver até o risoto estar bem amarelo.

Ir juntando conchas da água e envolver até o risoto absorver. Quando tiver absorvido essa água juntar mais até estar cozinhado. Temperar com sal a gosto.

Quando estiver quase pronto adicionar os camarões descascados e envolver.

Servir com coentros picados em cima (também podem envolver, eu gosto de ver o verdinho no prato, assim, salpicado).

 

E é isto. Espero que gostem. Hoje só há uma foto porque, como estava mesmo com um bocado de pressa só tive tempo de tirar uma foto ao prato  e o risoto é bom é acabadinho de fazer.

Espero que gostem.

Boa sexta-feira!

 

 

23
Fev17

Batido vegan com Maca e Lucuma

Rosa Maria

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Se me perguntassem há 6 meses atrás em que consistia o meu pequeno almoço eu consegui resumir em 2 ingredientes: pão e leite. Em pelo menos 6 dos dias da semana o pequeno almoço em casa era, invariavelmente uma torrada com manteiga e um galão. Depois lá havia aquele dia de fim de semana em que íamos à pastelaria e variávamos de pão para pastelaria (um bolo, um croissant, só coisas saudáveis). Entretanto decidi (e consegui convencer em casa) que tínhamos de variar. Que não era bom comer sempre a mesma coisa e que, apesar de ficarmos de barriguinha bem cheia depois de um bom pão com manteiga, não ficávamos certamente bem nutridos.

Começámos por variar nos tipos de leite, consumindo leites alternativos como bebida de arroz, de amêndoa ou soja. Em casa apostamos mais nos dois primeiros porque já consumimos muitos produtos de soja e assim saturamos menos o organismo.

Foi assim que começou a minha saga pelos batidos.

Duas a três vezes por semana faço batidos para o pequeno almoço. Não comemos apenas batidos. Acompanhamos com uma boa tapioca ou com tostas integrais. Nos outros dias apostamos nos iogurtes de soja com uma serie de coisas boas lá dentro.

Ao fim de semana quando compro fruta, compro sempre a contar com os nossos batidos e gosto sempre de ter em casa os meus superalimentos para adicionar e melhor ainda mais estes batidos deliciosos.

O batido de hoje não tem leite ou derivados e não tem açúcar. Mesmo assim ficou bem docinho e delicioso. Pronto em 5 minutos.

 

Ora experimentem

 

O batido leva:

1 Banana (uso bananas maduras porque têm mais propriedades, porque permitem aproveitar fruta que para mim já está madura demais e porque adoça bastante o batido uma vez que não vou adicionar açúcar ou algum adoçante)

½ embalagem de Frutos vermelhos (+/- 125 gr) (estes são congelados e usei apenas framboesas)

1 Copo grande de bebida de arroz

½ colher de café de Maca

½ colher de sobremesa de lucuma

 

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Bater muito bem todos os ingredientes no liquidificador (eu uso a Yammy) e voilá.

Uma delicia cheia de coisas boas.

 

Informações uteis

 

*O que é a Maca?

A Maca é uma raiz tuberculosa que cresce em condições climáticas extremas, no alto dos Andes peruanos. As raízes são trituradas num pó altamente nutritivo que contém muitos minerais, tendo sido uma importante fonte de alimento para os peruanos indígenas durante séculos.

É um excelente superalimento para aumentar os níveis de energia, promover a saúde mental e o equilíbrio do sistema hormonal.

 

*O que é a Lucuma?

A Lúcuma é um super-fruto sul-americano, com um sabor único a lembrar a baunilha.

É ideal para dar consistência e sabor aos chocolates, bolos, sobremesas e bebidas quentes, sem comprometer a nutrição. É uma fonte de ferro e zinco, e com baixo teor de gordura, sendo assim um energizante.

 

*Informações retiradas do site da Iswari.

 

Nota de rodapé: o batido é delicioso. Tenho de facto muito jeito para fazer batidos. O mesmo não se pode dizer do meu jeito para a fotografia.

 

23
Fev17

Validade dos produtos cosméticos

Rosa Maria

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A semana passada, enquanto andava às compras no Jumbo aproveitei para dar uma vista de olhos nas gamas de cremes para cuidado da pele do rosto. O Jumbo do Fórum Almada é bastante grande e têm muita variedade de marcas, onde por vezes conseguimos encontrar bons produtos a preços reduzidos.

Encontrei a Bioten, uma marca que não conhecia mas que me luziu o olho considerando que todos os produtos indicavam não ter parabenos, parafina nem …

Com preços apelativos decidi experimentar. Comprei o creme de dia, o creme de contorno dos olhos (para ver se faz milagres com as minhas olheiras) e o creme de noite que é revitalizante e anti rugas (o meu primeiro anti rugas ).

Contente com as minhas compras chego a casa e vou guardar tudo quando me apercebo das datas de produção, dois dos produtos tinham sido produzidos em 2015 e um em 2014.

Fiquei preocupada. Será que estavam a tão bom preço porque já não estavam na data de validade? Estranho.

Decidi procurar na internet informações sobre as datas de validade dos produtos cosméticos para saber se tinha ou não de pegar em mim e ir direita ao Jumbo para devolver os produtos.

Encontrei então este post, no blog “Body Shop Mania”.

Podem ler o post todo que está muito claro, mas de forma resumida existem dois tipos de validade:

 

1 – A validade de prateleira ou shelf life. Esta é a validade que o produto tem ainda na embalagem, ou seja, sem ser aberto. A validade que permite ter o produto em venda ao publico. Para os produtos cosméticos esta validade é, em média, de 2 a 3 anos, mas pode ir até 5 anos.

2 – A validade após aberta a embalagem. Esta validade pode variar entre 6 meses, 12 meses e 24 meses. Por regra esta validade está indicada na embalagem com o desenho de um frasco com tampa levantada e a indicação de 6M, 12 M e 24M (ver foto abaixo).

 

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Assim, fiquei descansada porque todos os produtos estavam dentro da validade prevista.

Entretanto já tinha visto todos os produtos que tinha em casa, das pastas de dentes aos shampoo e o que verifiquei é que praticamente nenhuma das marcas tem a validade de prateleira no produto. Contudo todos têm a validade do produto após abertura.

 

Espero que tenha sido útil.

 

22
Fev17

Panquecas de espelta e alfarroba * Pancakes with spelt flour and carob flour

Rosa Maria

 

* Check the end of the post for the recipe in English

 

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Eu sou viciada em panquecas. Qualquer tipo de panquecas. Doces, salgadas. Não importa.

São tão versáteis. Podem ser feitas com qualquer tipo de farinha, sem ovos, com ovos, com leites de todos os tipos, iogurte ou natas. Com ou sem açúcar. Com banana. Enfim, the sky is the limit.

É por isso que de vez em quando gosto de inventar cá em casa. Misturar novas farinhas. Usar receitas tradicionais e trocar os ingredientes. Inventar eu novas medidas.

Este fim de semana decidi experimentar pela primeira vez fazer alguma coisa com farinha de alfarroba. Já ouvi falar maravilhas desta farinha. Desde a textura, ao sabor, passando pelos muitos benefícios para a nossa saúde.

Estas panquecas não levam trigo, leite ou derivados, mas têm glúten. A farinha de espelta, ainda que em muito menor escala, contém glúten.

Ficaram como podem ver na imagem em cima e nós achámos deliciosas. Mesmo boas para acompanhar com doce de frutos vermelhos ou mel.

 

Ingredientes secos:

150 gr. de farinha de espelta

50 gr. de farinha de alfarroba

1 colher de sopa (rasa) de açúcar mascavado (podem usar outro)

1 pitada de sal

 

Ingredientes líquidos:

1 ovo grande

250 ml de leite alternativo (amêndoa, soja, arroz...)

1 colher de sopa de óleo de coco

 

Como fazer.

Numa taça peneirar as farinhas. Adicionar o açúcar e o sal. Abrir um buraco nos ingredientes secos para adicionar os líquidos.

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Noutra taça bater ligeiramente um ovo e juntar o leite (de amêndoa, arroz, soja...) e o óleo de coco. Envolver e juntar metade aos ingredientes secos.

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Envolver com vara de arames e adicionar a restante mistura de ingredientes líquidos.

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Aquecer uma frigideira anti aderente. 

Se for boa não é necessário usar nada para untar. Mas se preferirem podem usar óleo de coco, manteiga ou óleo vegetal para untar.

Deitar porções de massa equivalentes a meia concha de sopa na frigideira quente. Deixar cozinhar até a massa ficar com bolhas e virar delicadamente com a ajuda de uma espátula.

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Deixar cozinhar mais certa de 30 segundos do outro lado.

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E voilá.

Espero que gostem.

 

___________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

I’m completely addicted to pancakes, they are, for sure, my favorite breakfast. So I try to do them with different ingredients, there is always another way. In Portugal we have more than 1001 ways of cooking cod fish. Well I think that for pancakes there are also more than 1001 ways of baking them.

 

So, for important things:

 

Dry Ingredients

150 grams of spelt flour

50 grams of carob flour

1 Tablespoon of brown sugar

A pinch of salt

 

Liquid ingredients

1 Large egg

250 milliliters of rise milk (or almond)

1 Tablespoon of coconut oil

 

Preparation

Sift the flours to a bowl. Add the sugar and the salt. Open a hole in the middle to add the liquid ingredients.

In a different bowl add the lithely betted egg, the milk and the melted coconut oil.

Add the liquid ingredients to the dry and mix.

Heat a pan. If the surface is anti-stick then you won’t need to add any grease (I don’t). If it isn’t than grease the pan with a litle bit of butter or coconut oil.

Put portions of the batter in the pan and, as it starts to bubble turn them over.

 

I hope of like it.

 

21
Fev17

Secador de roupa JOCEL

Rosa Maria

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Os eletrodomésticos lá de casa andam a fazer uma qualquer espécie de revolução contra a entidade patronal. Pobres de nós que mal tempo temos para nos sentar a comer quanto mais arranjar maneira de fazer o que as maquinetas devem fazer.

Primeiro a máquina de lavar loiça começou a arranjar conflitos com as pastilhas. Trocámos as pastilhas. Agora insiste em lavar sempre mal a loiça da gaveta de cima. Enfim, já comprei um produto para a limpar e se funcionar digo-vos.

A seguir a máquina de secar. Depois de quase 6 horas a tentar secar uma “fornada de roupa” lá concluímos que pifou. Ou melhor, trabalhar até trabalha, só não seca. É mais ou menos como aquela malta da repartição de finanças que anda a passarinhar-se com um carimbo na mão. Estar lá está, só não está é a fazer o que deve. Tipo, trabalhar.

Comecei a fazer contas aos tostões e a ver que lá ia eu ter de abrir os cordões à bolsa para comprar outra maria-seca-trapos, quando uma colega de trabalho me fala de um balão que é um secador de roupa. Vou pesquisar à net e lá encontro. É uma espécie de saco ou balão, como queiramos chamar-lhe. Penduramos a roupa lá dentro e aquilo não só seca a roupa como aquece a assoalhada.

Custo: 49,95 €.

Tinham-nos dito que, para lá irem a casa ver o mal que se tinha abatido pela máquina de secar iam cobrar qualquer coisa entre 30 € e 50 € (sem contar com o arranjo) pelo que a nosso pensamento foi “pelo menos 50 € já estão no esgoto, mais vale tentar”.

Comprámos.

No primeiro dia disse mal à minha vida, porque na primeira utilização aquilo larga o cheiro a plástico do saco. Acho que até a cabeça me doía.

- Vamos devolver isto. (disse eu)

Depois, quando vou buscar a roupa dou conta que está sequinha e em menos tempo. Tal como me tinham dito.

- Afinal estou rendida. 

Diz então que depois da primeira utilização não há odores nem barulhos.

Fiquei encantada. Não é a coisa mais estética do mundo, mas como é de utilização sazonal aguenta-se. Para além disso acabei por pô-la no escritório que é onde os cães passam a maior parte do dia e eles ficaram encantados, é que a assoalhada fica muito mais quentinha.

 

Em termos práticos:

Gasta menos energia.

Não faz barulho praticamente nenhum. Faz muito menos barulho que a máquina de secar que eu tinha.

Aquece a assolhada em que está.

Quando chega o verão é dobrar, pôr na caixinha e guardar no armário.

É muito económica, no preço e no consumo de energia.

 

Contudo:

É conveniente usar a centrifugação máxima da máquina de lavar.

É preciso ter cabides para pendurar a roupa. Dá jeito um daqueles cabides que parecem aranhas para pendurar as meias e a roupa interior.

As toalhas e os lençóis são um pouco mais chatos de secar porque têm de ficar dobrados num cabide.

Enfim, não se pode ter tudo.

Eu, recomendo.

 

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20
Fev17

Lombos de salmão no forno

Rosa Maria

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Esta receita é fácil, rápida, boa para levar na marmita e literalmente sem espinhas.

Cá em casa todos levamos o almoço no dia seguinte. Todos chegamos tarde a casa e todos queremos de passar pouco tempo na cozinha porque precisamos de descansar e dar atenção ao pequeno que passa o dia sem os pais. 

Aliás todos temos saudades uns dos outros.

Por isso faz sempre falta aquela receita rápida que dê para daí a pouco estar no prato e dentro da marmita para o dia seguinte.

Esta receita de lombos de salmão no forno é ideal. Nem é preciso descongelar o salmão .

 

Para esta receita é preciso:

500 gr de lombos de salmão (comprei uma embalagem com 4 lombos)

1 limão

Azeite

Vinho branco

Tempero para peixe (comprei o meu na área gourmet do LIDL, podem encontrar outros temperos similares de outras marcas)

Puré de batata de pacote

        ou

500 gr de batatas

1 colher de sopa de manteiga

noz moscada

sal

 

E como preparar?

Ligar o forno a 180º.

Num pirex dispor os lombos de salmão (tirei diretamente do congelador, às vezes não sei de véspera o que vou fazer). Temperar com sal e o tempero para peixe. Colocar um pouco de vinho branco no fundo do pirex (acima de tudo para que o peixe não seque muito) e regar com um fio (simpático / a gosto) de azeite. 

Cortar o limão ao meio e regar os lombos com metade do sumo do limão, cortar essa metade em pedaços e dispor no pirex para dar mais sabor.

Retificar o tempero para peixe.

Levar ao forno por 35 minutos.

Depois de retirar o salmão do forno regar com o sumo do outro meio limão.

 

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Para quem tenha pouco tempo (que é o que me acontece muitas vezes) fazer, para acompanhar, puré de batata de pacote de acordo com as instruções. Para quem tenha mais tempo é fazer o puré.

Como?

Descascar as batatas, deixa-las cozer até se desfazerem quando picamos com um garfo. Escorrer a água, adicionar a manteiga e os temperos. Passar com a varinha mágica e voilá. 

Espero que gostem.

 

17
Fev17

Millet com espinafres e tomate seco

Rosa Maria

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Nos ultimos dias tenho-vos falado do millet e, para terminar esta semana temática quero mostrar-vos como costumo fazer o millet para acompanhar com qualquer refeição.

(podem usar espinafres frescos, é o que faço sempre que consigo encontrar no mercado local, ou espinafres já cortados e pré-lavados, que são uma excelente opção quando temos menos tempo).

Numa frigideira ou WOK (eu prefiro o WOK porque conserva melhor o sabor dos alimentos) colocar espinafres, alho (pelo menos 5 dentes de alho em rodelas) e tomate seco (cortado em pedaços pequenos), um fio de azeite e sal (pouco).

Deixar refogar até os espinafres perderem toda a água.

 

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(desta vez useu tomate seco "Guloso" mas normalmente uso o da marca do LIDL que é igualmente bom e muito mais em conta. costuma trazer alcaparras o que dá um sabor excelente)

 

Enquanto fazemos o refogado, cozinhar o millet como indicado aqui.

Depois de terminado o refogado e cozinhado o millet, envolver este ultimo no refogado.

Voilá, pronto a servir.

Espero que gostem.

 

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Sei bem que já ninguém vai inventar o pão de ló. Farinha, ovos, leite e açucar podem sempre resultar num bolo. Mas há várias formas de fazer uma mesma coisa. As receitas que aqui coloco são a minha versão. As receitas que sejam inspiradas em livros, sites, blogs de outros autores serão devidamente identificadas. Posto o exposto, agradeço que não sejam copiados ou transcritos os textos deste blog e que em caso de utilização das receitas seja feita a devida referência ao espaço. A gerência agradece. Caso queiram entrar em contacto comig podem faze-lo para: blogdarosamaria@sapo.pt.

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